<meta name='google-adsense-platform-account' content='ca-host-pub-1556223355139109'/> <meta name='google-adsense-platform-domain' content='blogspot.com'/> <!-- --><style type="text/css">@import url(https://www.blogger.com/static/v1/v-css/navbar/3334278262-classic.css); div.b-mobile {display:none;} </style> </head><body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar/6696977642839206690?origin\x3dhttp://querobeijos.blogspot.com', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

Perfil

Kary


'Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, Depende de quando e como você me vê passar'. CL.

'Com todo perdão da palavra, eu sou um misterio para mim.' CL

Links

Meu Particular
Kt
Rafah

Arquivo

dezembro 2008 janeiro 2009 fevereiro 2009 maio 2009 julho 2009 setembro 2009 outubro 2009 novembro 2009 dezembro 2009 junho 2010

Créditos:

Template
Imagem
Comentário


sábado, 27 de dezembro de 2008

Um martini

Ela entrou no bar, sentou-se sozinha na primeira mesa que viu, aquele sorriso de eu-quero-chorar-mas-não-posso, aquele cabelo loiro meio assanhado, o lápis de olho preto meio borrado, e sua saia curtissima chamaram atenção dos olhos que estavam ali, o que faria essa moça sozinha e sem rumo? Ela pediu um martini, mesmo odiando tal bebida, ela só queria beber e pronto, pensava: 'como eu faço tudo sempre dar errado?', 'porque eu sou tão complicada?', 'porque só acontecem essas coisas comigo?'. Esses pensamentos duraram menos de cinco minutos, longos cinco minutos de aflição e desespero dentro dela, ela passou a mão nos seus cabelos em uma tentativa de arrumá-los que deu certo, passou os dedos embaixo dos olhos, isso fez com que eles não ficassem tão borrados, ela tirou da bolsa um espelhinho quadrado rosa com muito glitter, se olhou, e de repente começou a rir sozinha, não seria a primeira, nem a última vez que algo desse tipo ocorreria, quando percebeu o sentimento de aflição ser substituído por uma sensação de alegria e liberdade ela começou a rir sozinha e a pensar: 'eu devo ser doida!', esse foi o tempo necessário para que sua bebida chegasse, ela virou o copo em um longo gole, pagou por aquilo e saiu rindo de si mesma e pensando ser a pessoa mais sortuda e poderosa do mundo, talvez ela fosse.

K.

Por Karyne às 18:38 3 Comentários




Fobia social

Tenho andado com um medo horrível de sair de casa, mas não é medo de ladrão, nem de morrer em um acidente, é medo das pessoas mesmo, pessoas que digo, aquelas que eu conheço, aquelas que eu acho que conheço, aquelas que eu nunca vi em toda a minha vida, pessoas em geral, sinto que não seja uma fobia social, tô com medo das situações, ando com pressentimentos negativos, não sei, tenho evitado sair mas, por outro lado, eu tô de férias, eu não posso me trancar em casa enquanto todo mundo está por aí pelo mundo, em bares, shows, shoppings, isso é totalmente contrário ao que eu sempre prego: 'sair, conhecer lugares, pessoas, situações novas, viver'. Pode parecer totalmente fútil querer ser vista, pode parecer um ato 'pop' que eu sempre condeno, mas eu gosto de encontrar pessoas conhecidas, não as chamo de amigas, porque amigos são aqueles que te encontram em casa, ou onde você estiver, conhecidos são aqueles que você encontra em qualquer lugar 'badaladinho', eu tenho um certo afeto pelos meus conhecidos, eles não sabem tudo sobre mim, isso me passa uma sensação de segurança, eles são indiferentes, estão ali pra quem sabe um dia virarem amigos meus, em qualquer fase ruim que eu tiver sem amigos eu achar eles e cativar eles, sei lá. Eu só quero sair COM VONTADE, não sair por medo e não com medo de bater aquela depressão se eu ficar em casa. Beijos. K.

Por Karyne às 18:34 0 Comentários



quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Sobre como eu estou com medo


Medo, não sei bem como defini-lo, pensei em começar dizendo que ele não deveria existir mas, repensei e vi que isso seria uma grave loucura, o mundo não existiria se o medo não existisse, pois não haveria medo da morte, nem medo de se arriscar...
Meu medo é um medo que me impede de aproveitar tanta coisa agora, meu medo é um medo do futuro, de como será a minha vida, e o futuro que eu digo, é um futuro próximo, a começar pelo vestibular, ou pelo colégio, eu sei que esse medo é normal, mas quero me focalizar nas provas de vestibular, que esse ano farei com uma dor enorme no juízo, nunca liguei pra essas provas, tanto que nos dois anos que fiz nem me esforcei, passei por pura sorte, eu acho difícil ter sorte em três anos seguidos, tento pensar positivo, mas não consigo, não seria nem por mim mas, pelas pessoas que ficariam felizes se eu passasse, como meu pai por exemplo, ou pelas pessoas que ficariam decepcionadas comigo se eu não passasse, minha mãe como exemplo, e pelas pessoas que torcem pra eu não passar, prefiro não comentar... Eu não tenho mais o que fazer esse ano, só entregar nas mãos de Deus, acho que até Ele não quer que eu passe pra ver se eu aprendo a lição e estude ano que vem, com tudo isso, ainda desejo de coração que muitos amigos meus passem, e sinceramente, queria que algumas pessoas não passassem também, vai ser horrível se todo mundo entrar e eu não. Eu estou consciente que tenho 80% de chance de não passar, chuto um número qualquer aqui, são poucas as minhas chances, analisem: eu não estudei pra passar em nenhum ano, nem que caia uma questão do primeiro ano eu não saberei fazer, muita gente estudou horrores pra fazer essa prova, nem as matérias que são dadas na escola eu estudei, eu não assisti aula esse ano, sorte não bate 3 vezes na mesma porta, vou contar uma pontinha de positividade aqui: eu só precisarei fazer uma prova, enquanto muita gente faz as três, eu ainda me arrisco no inglês e na redação, eu vou ficar bem calma na hora da prova (vai que isso me ajude a chutar a alternativa ideal!), e meu curso nem é tão concorrido assim, eu queria ter tido coragem e mais tempo pra estudar, não que meu tempo fosse pouco, percebi que muita gente faz milagre pra estudar, e percebi que o pessoal que estuda não fica com peso na consciência e sabe que quando essas provas passarem vão ser só bons momentos e boas recompensas,esses fazem a prova e quando saem, mesmo que tristes, saem com a satisfação de ter se esforçado o máximo, enquanto a gente que não estuda, saimos com aquela cara triste de 'vontade de chorar' no corredor, nem pra Deus pode pedir nada, Ele não vai dar fila pra gente, a gente devia ter estudado e pedido pra Ele abrir nossa mente e não deixar a gente se esquecer de nada. Pensando bem, é bom pedir pra Ele abençoar as coisas, pelo menos traz mais tranquilidade em saber que mesmo que a gente não passe, Ele esta conosco, pra ano que vem tentar de novo. >Texto antigo<

Por Karyne às 08:24 1 Comentários



quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Chegando mais um fim de ano...

Eu particularmente, fico triste nessa epoca do ano, quando começam a aparecer os primeiros enfeites de natal já me bate aquela sensibilidade no coração, perguntei a minha mãe se ela sentia tristeza também, ela disse que só sente 'aflição' de ver que o que ela tinha planejado pra o decorrer do ano que já esta acabando não foi realizado, e assim passa mais um ano prorrogando projetos, refazendo planos, excluindo sonhos e blá blá blá... No fim de ano, eu sinto que eu estou envelhecendo, ou melhor 'amadurecendo', essa epoca que é a epoca do amadurecimento, acaba o ano, começa uma historia nova, um ano letivo novo (se bem que talvez esse seja o ultimo), eu queria continuar criança... (continuar?!), minha mãe sempre diz que depois dos 15 a vida é um pulo, eu tenho tanto medo desse 'pulo' eu quero aproveitar tanto e tanto que vocês nem imaginam, eu queria poder fazer o que eu quisesse sem me preocupar com o que os outros estão achando, exemplo: vocês sabem aquelas pessoas que fazem trocentas tatuagens pelo corpo, bebem e fumam todo dia, não estão nem aí pros estudos, só vivem saindo? eu não consigo ver eles casados, trabalhando, criando filhos... eu não vejo eles no futuro, eu me acho adulta às vezes pelo simples fato de conseguir me ver fazendo essas coisas como casar e criar filhos (tá bom, casar não!), continuarei a fazer planos pro ano que vem, acho que 2009 será o ano que eu aproveitarei mais cada minuto, ou melhor, tentarei esquecer de fazer planos que por um lado servem como um estímulo e uma recompensa pelo esforço, e por outro, só servem pra passar na cara da gente que a gente não conseguiu mais uma vez e pra quando chegar o próximo fim de ano dar aquela 'aflição' na gente.

Por Karyne às 14:01 1 Comentários



sábado, 13 de dezembro de 2008

Pode passar,

Temos a estranha mania de pensar que as pessoas não cruzam nossas vidas por acaso, mas eu insisto em dizer que nem todas as pessoas que passam merecem ficar, a gente pensa que encontrou alguém que vai fazer muita importância na nossa vida, mas não é bem assim, às vezes aquela pessoa passa e não fica, e nem deixa nenhum vestígio que passou por ali, na hora ela parecia a pessoa que ia ficar pra sempre, que ia te ensinar muita coisa, mas depois você descobre que ela só fez estar ali presente, e às vezes mesmo as pessoas que nem sabem que você existe e que nunca estão presentes são mais importantes na sua vida. Indiferença, insignificância, é só isso, nada de raiva, nem de afeto, é assim que foi, e que vai ser. Do mesmo jeito que eu percebi que passei na sua vida e fui adiante, você passou na minha e continua a andar, como se fosse uma daquelas pessoas na rua que te perguntam 'que horas são?', e depois nunca mais você vê na vida, você não se envolve com aquilo, foi só um erro de cálculo, uma rélis coincidência...

Por Karyne às 08:02 0 Comentários



quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Sobre um vazio.


Eu me sinto vazia muitas vezes, logo eu, que sou tão explosiva, tão cheia de sentimentos, penso que esses sentimentos por muitas vezes são fúteis, não reclamo deles, talvez seja melhor assim, melhor que não 'caia a ficha' de como eu realmente sou, às vezes esses sentimentos me incomodam, quando eu vejo que minha vida se resume a determinadas coisas em determinados tempos, por exemplo, uma hora você pode ser o centro de todas as minhas atenções, está tudo voltado pra você e blá blá bla, e em outro instante outra pessoa (ou até outra coisa!) está ocupando o seu lugar perfeitamente, fazendo o seu papel de centro das atenções sem cometer erros, eu podia sempre me colocar no centro mas, eu não consigo, tentarei dessa vez pelo menos falar de mim, de dentro sabe? eu adoro explodir essas coisas, essas sensações que eu sinto, que em partes se tornam até qualidades... Eu sou livre, começando por aí, livre de tristeza permanente, eu não consigo ficar muito tempo triste, eu mando pra fora a tristeza sabe como? fingindo! sendo falsa comigo mesma, eu invento personagens, é duro admitir isso, mas ninguém lê isso aqui, é minha bipolaridade que me afeta nos momentos mais frágeis como quando estou triste, minhas personagens até estilo próprio tem, as vezes até fico alternando entre elas, tem de tudo dentro de mim: uma hippie, uma patricinha, uma prostituta... e não me pergunte qual delas eu realmente sou (a que eu uso mais) eu sou todas elas por igual, mas não todas ao mesmo tempo, quando acontece algo que me faça ficar triste, é hora de agir! usar roupas novas, pensar novo, agir novo, e assim tudo bem mutável.
Todo mundo tem um verbo pra si próprio, o meu eu afirmo e reafirmo: MUDAR! ai se eu pudesse eu mudava todo dia, como é precioso você saber que pelo menos nesse aspecto você faz o que bem quer da sua vida, age da forma que quer, mesmo sem seus pais perceberem você se sente livre e aberto, é esse tipo de coisa que eu amo em mim, são as inconstâncias que me definem, eu sou um mistério que nem você, nem eu podemos desvendar.

Por Karyne às 14:53 1 Comentários



sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

'Jogos de amor são pra se jogar'


É tão importante saber que o mundo dá voltas, você nem imagina o quanto, a minha surpresa foi imensa ao ver você alí, o mundo gira e sempre acaba no mesmo lugar de antes :\ você um safado que só quer saber de ter gente atrás de você e eu sendo uma das muitas garotas que quando estão prontas pra sair do seu ciclo vicioso você vem e faz com que a gente volte, sempre é assim, nada desse gênero vindo de você me impressiona, a minha surpresa citada no inicio, foi ao perceber como você ainda tem domínio sobre mim depois de tanto tempo, às vezes eu não me reconheço, eu que me digo tão inconstante fui capturada de novo, ainda senti aquele frio na barriga e aquela tremedeira toda, mas depois analisei a situação, vasculhei coisas e passei a sentir nojo de novo, eu descobri que eu não era a única que você estava 'chamando a atenção', você é daquele tipinho que não suporta pensar que alguém te esqueceu né? e eu caí de novo nessa história, eu devia só ter te ignorado, eu que estava tão feliz com meus novos casos, meus novos 'dramas pessoais' (ps. não me refiro a pessoas e sim a situações, pensamentos, paz mesmo), vem você o 'insuperável' pra tentar acabar comigo, você conseguiu, mas só por uma noite, relaxe que amanhã de manhã eu já estou outra pessoa, mutável, você nem imagina o quanto eu mudei, o quanto eu ando 'passageira'. E qualquer dia desses eu vou te ver de novo por aí, e tomara que você tente fazer seu joguinho de novo comigo, tenho boas notícias: aprendi a jogar! você foi um ótimo professor, e eu tive ótimas pessoas que me ajudaram a praticar enquanto você não voltava (se é que você vai voltar), só sei que jogar com as pessoas é bom, eu juro que só vai ser essa vez, só essa vez, esse será o único jeito de curar minhas feridas ou escancará-las de vez. Ficam beijos intermináveis pra vocês que estão lendo, e pra você fica só um ar ironia. Ainda bem que esse mundo gira e esmaga quem fica embaixo.

Por Karyne às 19:06 1 Comentários



quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Você não olhava pra mim, todos no carro rindo de nós pela briga tão infantil que não daria em nada, mas acabou dando, tudo culpa das nossas mães que nos mimaram, e isso fez com que a gente fosse tão orgulhoso, começa a tocar aquela antiga canção que me fez chorar uma vez e quase ia me fazendo chorar outra, pois nunca vi uma letra que combinasse tanto contigo: 'só um grande amor fará você mudar seu jeito...' e eu percebi que eu não era esse grande amor, percebi agora, é tão triste isso, você nem imagina, eu não sei como a briga se desenrolou, só sei que eu sai daquele carro sem saber quem gritava meu nome, eu só queria muito que tudo voltasse ao normal, o 'normal' pra mim seria você ficando com todas, mas mesmo assim tentando me enganar dizendo que prefere a mim do que a elas, ou seu jeito cara de pau de dizer tudo na moral, hoje só ficou claro que eu não sei se eu que sou muito madura pra você, ou se você é muito maduro pra mim, mas eu continuo querendo você, muito mais do que você imagina, e se eu saí daquele jeito é porque me deu uma vontade repentina de chorar, e isso não era por você, você não merece nada de mim, era só pelo fato de eu odiar ser colocada sob pressão, estavam ali todos falando ao mesmo tempo, eu não entendia nada, eu não sabia se eu ria ou chorava, só queria sair daquele clima tenso, eu sou assim, não adianta, e agora eu só queria saber onde você esta, se você saiu pra beber como havia me dito antes da briga, ou se está me esperando na internet, só queria saber isso, agora percebo toda a infantilidade da situação, vinda de todas as partes, feito criança a gente briga e feito criança a gente fez as pazes e num futuro breve feito crianças vai tudo acabar como a carruagem que vira abóbora igualzinho naquele desenho que a gente ainda assiste, como é bom ser criança.

Por Karyne às 16:14 1 Comentários



segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Deus sabe de todas as coisas


Juro que não fiquei com raiva, fiquei apenas triste, ou melhor muito muito triste, não esperava que meu celular estivesse ali, e muito menos que ele tocasse, isso causou minha desclassificação em um vestibular para um curso que eu tanto desejava, que era o melhor na minha opinião, morri de chorar e ainda estou morrendo, só que de um jeito diferente, dessa vez eu choro sorrindo, Deus que quis assim, eu sei que Ele não deseja o mal pra ninguém, mas vai ver que assim foi melhor? vamos olhar pelo lado positivo, eu nunca fiquei decepcionada comigo mesma em nenhuma prova importante, vai que essa seria a primeira e Deus não quis que eu sofresse ainda mais? vai que simplesmente esse não era o meu futuro mesmo? Fim do mês tem outro minha gente, e em janeiro tem outro, tá certo que os próximos que farei não serão o curso que eu tanto queria, mas é isso aí, não adianta chorar pelo leite derramado, essa semana acho que não vou pro colégio, deixa passar essa onda de vestibular, não vou aguentar ouvir comentários sobre essa prova, eu já chorei muito, passarei o dia chorando quando eu lembrar, e quando alguém aqui de casa perguntar como foi (porque eu só entrei no quarto, e estou aqui ainda) e acho que amanhã passarei o dia aqui também chorando, e ainda terei muita lágrima pra chorar sobre esse assunto, ninguém sabe o quanto eu queria esse curso, e o quanto eu estou triste, sei que isso passa como tudo na vida, eu acho que vou rir um dia disso, sei lá vou encontrar coisas engraçadissimas na situação como o toque do meu celular que tava no maior volume e que não é nada discreto, ou como eu não consegui achar o celular na bolsa, (eu ainda não acho graça nessas coisas, mas dizem por aí que certas situações só se tornam engraçadas com o tempo) não consigo rir de nada, só estou triste, ninguém entende que o detector de metal não alertou, se tivesse alertado ainda teria jeito de deixar o celular lá fora naqueles 'guarda-celulares', todo mundo só sabe dizer: 'você não sabia que não podia levar celular?' ou 'era pra ter cuidado!' só eu sei o tamanho da surpresa, e ainda acredito que não foi culpa minha, esse texto aqui foi só pra explicar mesmo sabe? pra depois ninguém ficar perguntando tanto, e pra agradecer a algumas pessoas que nem sabe o quanto me ajudaram, começando pelas coordenadoras da escola em que eu estava, trazendo água pra mim, tentando me consolar dizendo que muita gente tinha sido desclassificado pelo mesmo motivo, o outro senhor lá que quando eu sai fez: 'Desculpa.' como se lamentasse também o que tinha acontecido, a minha mãe por ter ido me buscar cheia de creme no cabelo, meu pai por não ter me julgado quando liguei aos prantos pra ele, e Felipe por ter gasto crédito comigo e ter me consolado enquanto eu morria de chorar. Ainda vai ter gente que eu também teria que agradecer, mas por enquanto, ficamos por aqui. Lembre-se: Deus sempre sabe o que faz e o que deixa de fazer.

Por Karyne às 08:33 1 Comentários